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sábado, 1 de junho de 2013

A rainha das faltas ao emprego


Em nove anos, Silvia S. apenas se apresentou no local de trabalho meia dúzia de vezes. Inventou duas gravidezes, entre outros esquemas para justificar as faltas ao trabalho. A rainha do absentismo é italiana, tem 44 anos e está detida, acusada de fraude agravada.




Em 2002, quando deu à luz a única filha, Sílvia S. teve uma epifania. Não é possível saber se foi a vontade de dedicar-se em exclusivo a criar a criança se a revelação de que podia estar em casa, de licença de maternidade, e continuar a receber que a levou a uma espiral de esquemas para faltar ao trabalho.

O certo é que, nos últimos 9 anos, Silvia S trabalhou apenas seis vezes. Um par de dias em 2002 e quatro ocasiões em 2004. O resto do tempo arranjou baixas, fingiu duas gravidezes e não mais foi vista no local de trabalho, o Hospital Policlínico Universitário Santa Ursula Malpighi, em Bolonha, Itália.

Auxiliar de enfermaria, aproveitou fingiu uma doença de pele, alegadamente contraída ao manusear detergentes no local de trabalho. Foi a primeira de muitas baixas, corria o ano de 2002.

Em 2003, inventou uma gravidez. Alegando que estava com hemorragias, conseguiu que o médico certificasse uma gravidez de risco. Ignorou todos os exames que lhe foram prescritos, manteve a história e foi trocando de médico.

Ao fim dos nove meses de suposta gestação, inventou uma viagem em Espanha, onde disse ter dado à Luz. Falsificou documentos e certificados e conseguiu incluir o suposto filho na declaração de impostos, para ter benefícios fiscais.

Em 2008, nova gravidez simulada. Seguiu o guião do primeiro falso filho à risca, com alegado nascimento em Espanha e mais um filho na declaração de impostos, para mais um benefício fiscal.

Em nove anos, o hospital onde supostamente trabalhava não fez nada. Não procurou investigar as baixas e as faltas. Até Junho passado, quando a instituição denunciou e despedir a mulher.

Silvia S. está em prisão domiciliária a aguardar julgamento, desde o dia 24 de Novembro. É acusada de um crime de fraude agravada, que pode valer até cinco anos de prisão, e outro de falsificação de documentos, punido com pena de prisão até dois anos.

2 comentários:

  1. lol coitada a mulher queria férias prolongadas e conseguiu! mas quê então pelos vistos o Hospital achava isto tudo muito normal e toca a pagar a uma gaja que faltava dias a fio? lol os burros são os gajos do Hospital! A gaja é bem esperta diga-se lol

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  2. A gaja é bem esperta? É portuguesa! ah ah ah

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